Published on outubro 12, 2023, 2:45 am

TLDR: Este artigo discute o conflito entre Israel e Palestina, especialmente a posição da esquerda pró-Hamas. Argumenta que essa posição justifica as atrocidades cometidas pelos terroristas, utilizando uma linguagem que minimiza suas ações. Além disso, analisa as razões dadas pela esquerda pró-Hamas para essas barbaridades e critica sua visão patriarcal e anacrônica. Afirma que o Hamas é uma organização fundamentalista islâmica cujo objetivo é a aniquilação de Israel. Também destaca que não há diferença essencial entre o Hamas e outros grupos terroristas como a Al-Qaeda e o Estado Islâmico. Conclui chamando à reflexão sobre soluções pacíficas para o conflito e condenando qualquer forma de terrorismo.

Debate sobre o conflito entre Israel e Palestina: uma análise da esquerda pró-Hamas

Tenho acompanhado com decrescente interesse o debate sobre o conflito entre Israel e Palestina, principalmente em relação à posição da esquerda pró-Hamas, representada pelo PT e PSol. Porém, é importante ressaltar que a maioria da humanidade se horroriza com as atrocidades cometidas e defende a proteção dos israelenses.

A justificativa da esquerda pró-Hamas para as atrocidades perpetradas pelos terroristas que invadiram o território de Israel começa pela linguagem utilizada. Na visão desses grupos, os indivíduos responsáveis por matar e sequestrar civis indefesos, estuprar mulheres e decepar bebês são chamados de maneira alegre de “combatentes” ou envergonhada de “militantes”.

Além disso, a esquerda pró-Hamas lança mão de argumentos para justificar essas barbaridades. Estudantes de Harvard afirmam que milhões de palestinos foram forçados a viver em um “prisão ao ar livre” em Gaza nas últimas duas décadas. Também culpam exclusivamente o regime israelense pelo conflito, classificando-o como um regime de apartheid.

No entanto, é necessário analisar com cuidado essas justificativas. O Hamas é uma organização fundamentalista islâmica criada na Faixa de Gaza em 1987. Seu objetivo não é a criação de um estado palestino em convivência pacífica com Israel, mas sim a sua aniquilação para estabelecer um regime teocrático na região. Segundo o estatuto do Hamas, renunciar a qualquer pedaço de território de Israel vai contra os princípios da religião muçulmana.

A ideologia do Hamas é baseada no conceito de Jihad, que pressupõe o uso de qualquer meio para combater o inimigo. Portanto, para eles, as atrocidades cometidas contra civis israelenses são justificáveis perante Alá. O grupo terrorista também se opõe a Israel por ser uma democracia moderna, onde mulheres e minorias são respeitadas. Aceitar a existência de Israel significa ir contra sua visão patriarcal e anacrônica.

No estatuto do Hamas também fica evidenciado o posicionamento dos integrantes em relação às mulheres na sociedade. As mulheres têm como função principal cuidar das tarefas domésticas e educar as crianças com base nos princípios islâmicos, preparando-as para participarem da Jihad quando necessário.

É importante ressaltar que não há diferença essencial entre o Hamas, Al-Qaeda e Estado Islâmico. A única distinção é que o Hamas obteve controle administrativo sobre um território específico. É fundamental chamar esses terroristas pelo que são: terroristas.

Apesar de reconhecermos as dificuldades enfrentadas pelos palestinos e compreendermos que os países árabes também têm responsabilidades no conflito, não podemos justificar atos terroristas com base nessas circunstâncias. A moralidade universal nos diz que assassinar civis indefesos, estuprar mulheres e matar crianças é inaceitável em qualquer contexto.

Ao apoiar ou justificar o Hamas, a esquerda está traindo essa moralidade universal e decepando nossa humanidade. É importante lembrar que palavras e atitudes têm consequências, assim como a eleição do ex-presidente Lula, que recebeu saudações do Hamas.

Diante disso, é necessário refletir e buscar soluções pacíficas para o conflito entre Israel e Palestina. Somente através de um diálogo verdadeiro e respeitoso será possível encontrar uma convivência pacífica entre os dois povos. Até lá, devemos condenar veementemente qualquer forma de terrorismo e lutar pela preservação dos valores humanos universais.

Original article posted by Fox News